Minha relação com o dinheiro


Eita assunto delicado, não é mesmo? 

Minha relação com o dinheiro sempre foi amigável, e não pelos meus pais terem uma boa condição ou não, mas sim por conta do meu pensamento sobre o real valor que cada moeda e cédula possui.


Resolvi fazer esse post para mostrar para vocês que com aquilo que as vezes dizemos que é pouco, se usado com planejamento e consciência, pode virar muita coisa.

Esse instinto que de pouco em pouco a galinha enche o bico, minha mãe que instalou em mim ainda quando pequena, mas mesmo assim acho que nunca é tarde para mudar o pensamento sobre como lidar com o seu dinheiro.

Tudo começou com um porquinho na adolescência e depois meu dinheiro vinha das sobras. O que eu fazia era pedir dinheiro para comer algo, sair e afins, e sempre eu fazia sobrar um pouco. Por exemplo: Ia na feira comer, o que me satisfazia era um pastel, mas muitas crianças tinha a mentalidade de gastar até o último centavo, eu não, eu ia lá comia o pastel e o que restava eu guardava.

Claro que a jogada era guardar e na próxima ocasião pedir o dinheiro de novo, porque afinal o que eu guardava não dava para muita coisa. Mas de saída em saída eu conseguia guardar uma quantia que dava para comprar algo que eu quisesse ou até me bancaria em uma próxima ocasião.

Isso pode ser aplicado enquanto você é bancado por seus pais, mas pode ser adaptado na vida adulta. Hoje em dia eu mesclo as formas que guardo dinheiro. Como sou universitária meu pai ainda me banca, mas com certeza eu não gasto todo o dinheiro que ele me manda, então essa é uma das minhas fontes. A outra é a minha bolsa, como faço parte de um Programa de Ensino, PET, ganho um auxílio do governo e desse auxílio eu não gasto nada no meu dia-a-dia.

Eu tenho uma situação privilegiada pois o que meu pai manda é mais do que eu preciso, e eu tenho outras formas de adquirir itens necessários, como por exemplo: roupa, mas a mentalidade e a aplicação de guardar aquilo que sobrar não muda.

As vezes na semana sobra dez reais, mas eu vou lá e guardo. O que eu quero dizer que o valor não importa, de imediato, e sim o hábito. Depois de um tempo guardar vai ser menos sofrido e vai se tornar rotineiro. O importante é dar o primeiro passo.


Para isso eu te desafio: separe um dos seus sonhos, um simples vai, pode ser comprar aquele sapato que faz tempo que você quer. Trace, de acordo com as suas condições, um plano semanal ou mensal para chegar naquele objetivo, ou seja, estipule um valor, pode ser pequeno, a única questão é que pode demorar mais um pouco para realizar, e guarde essa quantia até chegar a meta. Chegou na meta vai lá e realize o seu sonho, depois me conte o que sentiu. 

Eu já posso dar um spoiler, é muito bom! É muito bom desde jovem você ter a sensação de que você pode sim! Com tudo bem controlado e com um sonho, nós somos movidos para o êxito. Acredite em mim, vai dar certo! 

Em breve posso contar para vocês onde essa minha perseverança me levou e vocês vão entender ainda mais porque bato tanto na tecla que dinheiro, apesar da pequena quantia, é dinheiro e você pode fazer coisas maravilhosas com ele.

Até o próximo post.

Beijoss,

Aline Gomes Lima.



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