Resenha 06 - Maze Runner: Correr ou Morrer, James Dashner

Maze Runner: Correr ou morrer, escrito por: James Dashner. Editora: Vergara & Riba. 426 páginas.

Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.

Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.
Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito. 

Fonte: skoob.com

Demorei mas finalmente li. E a minha maior pergunta é por que? Por que demorei tanto para começar essa série f*#@ pra caramba? Não sei haha. 

Mas enfim lida, e como é de praxe vou contar para vocês o que eu achei dessa história. Já podem ir se preparando por que será só elogios.

Vou confessar que não esperava muito do livro, por que distopias não é o que falta por ai né? Mas não sei, é algo diferente, uma trama totalmente diferente. Claro que que eles vivem em um futuro próximo e blá blá blá. Mas esse primeiro livro não visa isso, ele conta somente o que acontece ali naquele momento, ou seja, ele só conta sobre o presente, dado esse fato, podemos concordar que é bem difícil prender uma pessoa em uma leitura cujo só trata daquela hora, sem muitas explicações. Mas o nosso querido James Dashner, conseguiu e muito bem haha.

Toda aquela problemática dos personagens de não se lembrarem do passado e só saberem os nomes é muito agoniante e essa agonia passa para o leitor, era como se estivesse ali, passando por todas as dificuldades daqueles adolescentes.

Falando em adolescente, esse foi um outro fator que diferencia o livro dos outros do gênero. Sei muito bem que a faixa etária da maioria dos personagens que são protagonistas dos livros distópicos é a mesma, 16 - 19 anos. Mas os adolescente de Maze Runner são diferentes, na verdade, eles são parecidos, conosco, com o real. Explicando melhor: tudo o que eles passavam e tudo o que eles faziam eu não via como sendo algo impossível. Se jovens que fossem impostos as mesmas condições que esse meninos foram, com certeza eles poderiam fazer o que foi feito. Para mim isso foi ótimo, pois quanto mais perto do real melhor!

É isso galera, claro que não pode faltar a nota -como se já não estivesse explicito o que eu achei haha- :

Espero que vocês tenham gostado, e não demorem como eu demorei, corram lá e leiam Maze Runner, vocês não vão se arrepender.

Um Beijo,

Aline Limes.

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